Um ano de amor, companheirismo e trevosidade <3
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Uma oração
Peguei de uma menina que conheço. Ela postou no Facebook. Achei muito bonita e que os elementos são um complemento muito bonito e de boa energia para o que se propõe essa prece.
Concedei-me o Poder da Água para que eu aceite
o que eu não posso mudar.
O Poder do Fogo, para que eu tenha a energia e a coragem para mudar as coisas que eu posso.
O Poder do Ar, para ter a habilidade de conhecer a diferença.
E o Poder da Terra, para ter a força e continuar meu caminho. Que assim seja, que assim se faça!
Ano de Júpiter - algumas reflexões
Estamos no ano astrológico de Júpiter. Fazendo a correlação,
estamos num ano muito influenciado por Zeus.
2013 foi o ano de Saturno, o Grande Professor. Para mim, foi um ano muito importante. Todas as
minhas fraquezas foram colocadas na minha cara e ajudaram a ruir todo um mundo
de coisas fracas, falsas, mentirosas e desnecessárias. E dos escombros, devagar
e sempre, eu fui construindo uma série de novas situações.
Agora 2014 traz a expansão de Júpiter. Confesso que até
alguns dias atrás estava em dúvida do que fazer com essa energia, com essa
influência. Então o pensamento “o que eu vou fazer nesse novo ano astrológico?”
foi se formando.
Tive alguns insights que agora divido:
- Júpiter traz a energia de expansão: que áreas da vida
merecem ser expandidas?
- Júpiter astrologicamente é o grande Benéfico: o que queremos
trazer de benefício?
- Júpiter é generoso: generosidade para a minha vida e
somente para aqueles que estão em volta e sejam MERECEDORES
- Na mitologia, Zeus é o grande ordenador do Universo: usar essa
energia para colocar ordem e disciplina na vida
- Zeus também traz a energia de liderança: como posso usar
essa energia ao nosso favor? A liderança mais importante é a que nos permite
cuidar da própria vida, tomar nossas próprias decisões e escolher nossos
próprios caminhos.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Por uma vida mais sustentável
Esses dias me peguei pensando muito no meu papel no mundo. Aquele
momento da vida, clássico, que você se pergunta o que vai deixar de
interessante no mundo quando se for. Qual será minha marca? A probabilidade de
eu ter filhos é pequena, não acho que acontecerá mais nessa vida. Então esse
legado eu não vou deixar. Não deixarei nenhum?
Questões complicadas que abrem diversas possibilidades. A serem
estudadas.
Mas com esse pensamento veio um momento de avaliação da minha
presença no mundo. Como ser humano, sei que deixo marcas no meu ambiente. Interajo.
Nem sempre de maneira saudável. A nossa presença no planeta é indiscutivelmente
invasiva.
Quando penso sobre como ter uma presença menos violenta,
penso nas possibilidades... acabo sofrendo um pouco, porque não parece que
exista muitas maneiras de continuar existindo como acredito e quero e ser uma
pessoa sustentável.
Se eu me torno vegetariana, porque a questão do sofrimento
animal me incomoda demais, e continuo consumindo derivados de leite e ovos,
estou causando sofrimento igual ou pior – extração de ambos é geralmente
dolorosa e desumana. Veganismo é uma opção louvável, mas muito distante da
minha realidade e possibilidades. Outras maneiras ainda mais radicais estão
fora de questão.
Como boa libriana, com um tantinho de Apolo no meio, andei
pensando de que o melhor caminho é o do meio. Que talvez para mim, para que eu
me sinta bem em como eu existo nesse mundo – que é o primeiro ponto a pensar
quando penso em qual será minha marca – seja trilhar o caminho do consumo
responsável.
Consumo responsável significa ponderar cada escolha de
compra: PRECISO DISSO? PRECISO NESSA QUANTIDADE? O que eu vou comprar está mais
barato do que os demais itens porque houve exploração em sua manufatura? VOU
REALMENTE USAR/COMER? Há sofrimento animal envolvido? Testes desnecessários? Posso
escolher consumir/comprar de pequenos produtores e não de grandes corporações? Meu
corpo vai ser beneficiado com o consumo desse produto? Posso lidar com tudo
isso ou pelo menos com uma parte desses questionamentos? Não posso cuidar de
tudo e não interferir, mas posso colaborar com um tanto? Qual é o meu quinhão?
Acho que não é fácil, como não é fácil mesmo mudar hábitos. Mas
também não é impossível. Não consumo mais há tempos alguns produtos cosméticos
que testam em animais. É uma escolha. Nem sempre você paga mais por isso, mas
muitas vezes a escolha é por um produto mais simples. Mas não tenho tido
problemas com isso. Então acho que é um bom caminho.
Vamos ver como esse caminho se desvela.
Voltando!
Vou voltar a usar esse espaço. necessidade de me expressar e no modo "old school" de blog, melhor que expor certas coisas em rede social, não tem muito a ver. Ainda pensando em como. Em o quê. Mas estou voltando!
Assinar:
Postagens (Atom)





